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Reviver experiências pode ajudar no tratamento do Alzheimer
Viajar sempre foi uma forma de expandir horizontes. Mas, em alguns casos, também pode ser uma forma de voltar para dentro. Para quem convive com o Alzheimer, revisitar experiências marcantes do passado pode abrir pequenas janelas em uma memória que insiste em se fechar. Nos últimos anos, a ciência e a cultura começaram a olhar com mais atenção para algo que intuitivamente sempre soubemos: lembranças vividas com intensidade tendem a durar mais. Quando a memória não desaparece de uma vez O Alzheimer não apaga a memória como um interruptor. Ele avança aos poucos, começando pelas lembranças mais recentes e pelas informações práticas do dia a dia. É comum que uma…